Saúde e Defesa Civil
São Gonçalo realiza ação de prevenção de Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) no Centro
09/02/2026
Vigilância Ambiental atua durante todo o ano para eliminar criadouros do mosquito
As visitas domiciliares são uma estratégia permanente da Vigilância em Saúde Ambiental da Secretaria de Saúde da Prefeitura de São Gonçalo para controlar a proliferação do mosquito Aedes aegypti – transmissor da dengue, zika e chikungunya. Durante as visitas, os agentes realizam vistorias minuciosas nos imóveis para identificar e eliminar possíveis criadouros do mosquito, incluindo a aplicação de larvicidas, e orientam os moradores sobre medidas simples e eficazes que podem ser adotadas.
“O trabalho é constante. As visitas acontecem durante todo o ano. Mas, no verão, o perigo da reprodução do mosquito é agravado devido às fortes temperaturas e chuva no fim do dia. Por isso, toda gota de água importa. Ela pode ser um criadouro do mosquito, que deposita o ovo e ele se desenvolve em apenas sete dias. Não podemos deixar que eles completem o ciclo”, explicou o diretor da Vigilância Ambiental, Marcelo Lima.
Para ajudar o trabalho dos agentes de saúde e evitar a multiplicação dos mosquitos, a população tem que colaborar evitando recipientes com água parada, caixas d’água destampadas, calhas obstruídas, vasos de plantas e outros locais que possam acumular água. O objetivo é manter a proliferação do mosquito e as doenças transmitidas por ele sob controle.
Todos os bairros da cidade são visitados. Permitir o acesso dos agentes às residências são atitudes essenciais para reduzir os riscos. Além de verificar se há novos focos do mosquito, os agentes colocam telas protetoras em depósitos de água sem tampa e mostram aos moradores como eles devem proceder. Quando os agentes encontram larvas, além de levar parte para análise, eles fazem a eliminação do restante e/ou aplicam larvicidas e colocam armadilhas para capturar os ovos.
A maior parte das larvas encontradas é em caixas d’água sem tampas e bebedouros dos animais. “O ideal é fazer uma vistoria toda semana para eliminar qualquer tipo de água parada, pois basta uma semana para os ovos se transformarem em mosquito. E vale lembrar que apenas uma fêmea pode colocar até 300 ovos”, finalizou Marcelo.
Cuidados – Vigiar e limpar calhas e ralos, tapar caixas d’água, colocar garrafas e qualquer recipiente que possa acumular água com a boca para baixo, preencher os pratos de vasos de plantas com areia, manter lonas de materiais de construção e piscina sempre esticadas, guardar pneus velhos, manter tonéis e latões fechados. Jogar cloro nos ralos externos toda semana também ajuda no combate.
A Vigilância Ambiental mantém o pronto-atendimento. Qualquer cidadão pode ligar para o setor e pedir uma visita nos casos de infestação de qualquer vetor. Os atendimentos são feitos, em média, em uma semana. Nesses casos, os agentes averiguam a denúncia e realizam a ação necessária para acabar com os vetores. As denúncias podem ser feitas pelo telefone da Vigilância Ambiental (21) 99388-6484.



Autor: Ascom
Foto: Ascom
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